Informativos
CUSTAS DE CARTÓRIO
Os cartórios não podem condicionar o cumprimento de ordem judicial ao pagamento prévio de custas. A decisão é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou provimento a recurso de um oficial de cartório do Rio de Janeiro que se recusou a efetuar cancelamento de protesto, impondo como condição o pagamento prévio das custas.
Tarifas de abertura de crédito e emissão de carnê são legais se previstas em contrato
A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que é legítima a cobrança de tarifas de abertura de crédito (TAC) e de emissão de carnê (TEC) quando estão expressamente previstas em contrato. Somente com a efetiva demonstração de vantagem exagerada do agente financeiro é que essas cobranças podem ser consideradas ilegais e abusivas.
Faça o seu Planejamento Tributário - Pague menos impostos
Nos dias 30 e 31 de agosto de 2011, na sede da ACIEG – Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás, na sede do DAIA – Distrito Agroindustral de Anápolis e na sede da ACIA - Associação Comercial e Industrial de Anápolis), a Nilo Ferreira Macedo & Advogados Associados S.S., em parceria com a Studio Fiscal, realizaram palestras sobre Recuperação de Tributos e Planejamento Tributário.
Dano moral por inscrição indevida no SPC prescreve em dez anos
O prazo prescricional para ajuizamento de ação indenizatória por cadastro irregular no SPC tem início quando o consumidor toma ciência do registro. Como esse tipo de caso não se ajusta a nenhum dos prazos específicos do Código Civil, a prescrição ocorre em dez anos, quando o dano decorre de relação contratual.
A Confusão Tributária no Brasil
A cada dia que passa o brasileiro fica mais indignado em relação ao alto pagamento de tributos. O impostômetro, colocado no centro de São Paulo, nos avisa, incessantemente, o quanto de nosso trabalho é levado a encher os cofres do Estado. Os valores são cada vez mais exorbitantes e já estamos perdendo a noção do que representa o montante de dinheiro que aparece no impostômetro. Cifras contadas aos bilhões e até trilhões surpreendem e parece haver criado um consenso geral de que é urgente uma redução drástica nos impostos. Entretanto, como diria o grande dramaturgo Nelson Rodrigues, “toda unanimidade é burra”.